terça-feira, 22 de agosto de 2017

HQ , Graphic Novel , Charge , Cartum , Tirinha , Mangá . Qual a Diferença?

Olá Conectados!

As histórias gráficas ou não verbais estão super em alta.

Eu adoro!

Antigamente nós só tínhamos, praticamente, gibis, no mercado.

Hoje, temos diversos nomes para livros que se utilizam de desenhos e imagens para contar uma história.

Vamos falar de HQs, Graphic Novels, Cartuns, Charges, Tirinhas, Mangás, Livros Ilustrados e tudo isso?

Eu fiz um vídeo para explicar um pouquinho do que eu sei sobre o assunto.

Espero que gostem.

Acrescentem aí seus comentários sobre o assunto.

Aos vestibulandos, é bom ficarem atentos a esse gênero literário não verbal!

A banca adora pedir interpretação através de imagens.

;)

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Paris Pela Primeira Vez ? Férias em Paris Mostradas em Vídeos!

Olá Conectados,

Depois de algum tempo resolvi atualizar a lista dos vídeos das nossas férias em Paris.

Compartilhar pedaços da viagem sempre traz um retorno pessoal muito legal.
Primeiramente, porque a gente mata um pouco da saudade. Bom, ou talvez a gente sinta mais saudade ainda, rss

Mas, certamente esses vlogs ajudam muito a quem está procurando dicas de viagens e buscando conhecer um pouquinho mais do lugar que pretendem visitar.

Nesses vídeos de Paris, ou vlogs de Paris, acabaram rolando várias dicas. Se você pretende ir à Paris pela primeira vez, creio que irá gostar!

Se já conhece Paris, assista a esses videos para matar um pouquinho da saudade. Ou, como eu disse lá no início, ficar com mais saudades da cidade luz.

Bom, se vocÊ quiser assistir a nossa playlist, vou deixar os vídeos aqui.

Se puder assistir lá pelo youtube, ficaremos gratos!

Não deixe de conversar com a gente!

Bjs




























segunda-feira, 24 de julho de 2017

200 anos da Morte de Jane Austen.

Boa tarde Conectados!

Semana passada, no dia 18 de julho, celebramos 200 anos da morte de Jane Austen, uma das mais importantes escritoras de todos os tempos.

Fiz um vídeo falando um pouquinho sobre Orgulho e Preconceito, um dos livros mais conhecidos dela e mais queridos, especialmente, pelas mulheres de todo o mundo.

Gostaria de dividir com vocês um pouquinho da minha opinião sobre essa leitura.

Se você já tiver lido e também for fã de Jane Austen, comenta aí comigo!

Boa semana! ;)


quinta-feira, 6 de julho de 2017

Uma Wish List Bem Eclética!

Olá Conectados!
Vamos às Promoções sensacionais da Amazon, para essa semana! ?;)

Basta clicar em qualquer um desses links, ou copiar e colocar no navegador.


Oscar Wilde: http://amzn.to/2tbhyeZ 



Confissões de Um Crematório: http://amzn.to/2t02FRF

O Sorriso da Hiena: http://amzn.to/2u3DNYW

Livro das Virtudes: http://amzn.to/2uNZN7L

Box Comemorativo Harry Potter: http://amzn.to/2tDLsvU

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Cem Anos de Solidão Edição Luxo : http://amzn.to/2tNTlQu

O árabe do futuro: http://amzn.to/2uwcZOm

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Os miseráveis (versão infantil): http://amzn.to/2uvWfqp

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My Name is Girl:  http://amzn.to/2tSvG0X

How To Be a Wild Flower:  http://amzn.to/2tXsnXg


terça-feira, 4 de julho de 2017

Uma Pequena Casa de Chá em Cabul de Deborah Rodriguez - Minhas Impressões.

 Olá conectados!

 Quem frequenta ao blog sabe que sou louca por qualquer espécie de cafeteria, e inclusive casas de chá. Eu amo livros que tenham como cenário principal, locais como esse. Somado a isso existe o meu forte interesse por livros que se passam no Afeganistão. Dificilmente eu resistiria a um livro como esse, mesmo que não soubesse nada dele antecipadamente. E foi exatamente o que aconteceu.



  Eu já li alguns livros sobre mulheres muçulmanas, sobre a cultura árabe e sobre o Afeganistão. Posso dizer que é muito difícil passar incólume a esse tipo de leitura. A gente sabe que esses livros vão falar de violência, opressão, sofrimento, muitas vezes, pobreza e, principalmente,vão falar de uma cultura muito difícil de ser compreendida ou justificada pelos ocidentais.
  Quando você diz  Sim a um livro desse estilo, é preciso estar ciente de que fazer algumas pausas para respirar, ou mesmo para refletir sobre esse mundo tão diferente e que nos parece tão surreal,  será necessário.
 Contudo, eu diria que esse é o primeiro livro desse estilo, que não me fez cair em prantos. Ler algo assim, sempre vale à pena, porque sempre aprendemos algo novo sobre a cultura do outro, e porque esses livros nos convidam a dar uma saidinha da nossa bolha e observar que o mundo é grande.
  A autora Deborah Rodriguez, conseguiu escrever uma história linda, tocante, comovente e verdadeira, porém com uma vibe um pouco mais leve, mais bem humorada, mais otimista e eu diria com uma pegada até mais ocidentalizada.
   Não que isso comprometa os detalhes ou a fidelidade na descrição do cenário político, da paisagem, dos costumes e da cultura árabe, quando comparo aos outros livros que já li. 
  A autora conhece muito bem a região, justamente porque viveu em Cabul, foi sócio-proprietária de uma casa de chá lá, além de dona de uma escola de beleza. 
 Mas, talvez o que fez com que essa história diferentemente das outras, ficasse tão mais leve e graciosa, em meu ponto de vista, tenha sido o mix de personagens Afegãos e estrangeiros convivendo juntos.
 Essa é uma história que se passa na capital Cabul, apesar de não ter identificação de data, há indícios de que ela ocorra num período pós talibã, mas ainda bem próximo dessa "saída" do talibã em 2001. 


 É uma leitura linear, narrada em terceira pessoa, que tem como personagens, a casa de chá e mais 5 mulheres. A protagonista é Sunny, a  Americana, proprietária  da casa de chá, que ama Cabul, encontrou ali seu lar e está fazendo de tudo para que seu negócio sobreviva, mesmo em condições tão adversas de segurança e falta de grana. 
 Teremos Yasmina, uma jovem Afegã, grávida, que vivia no alto das montanhas, numa comunidade distante e rural, mas que é roubada por homens aos quais a família devia dinheiro. Seus raptores, após perceberem que ela está grávida a abandonam nas ruas violentas de Cabul. Ela representa a parte conhecida, mundialmente, da opressão e a dificuldade que as mulheres vivem nessa realidade, sob tais circunstancias . 
 Para esse mix ficar melhor, a autora colocou também, uma Afegã idosa, chamada Halajan, com uma visão moderna, até um pouco "rebelde" e mais feminista das leis sob as quais está subordinada.  Eu diria que essa foi a minha personagem favorita do livro. 
  Teremos também a presença de Candace, uma americana rica  e Isabel, uma jornalista Inglesa, bem determinada. Mas, nem só de mulheres vive essa história, teremos homens muito legais no enredo. Essa é uma história de amor. Comovente, tocante e na medida certa de humor, drama e paixão. 
  A linguagem fluida da autora, faz com que seja bem fácil avançar na leitura. Mas, volto a dizer,  que o mix de personagens e personalidades, foi o que deu encantamento ao enredo. 
  Temos essas mulheres incríveis, com seus dramas, medos, coragem, lutas e frustrações. No entanto temos também homens incríveis, descritos com uma sensibilidade encantadora. Essa é daquelas histórias que conseguem criticar um sistema opressor e violento de mundo, mas que também são capazes de te  tocar de uma maneira bonita  e te solidarizar e encantar com as partes bonitas e delicadas de uma crença, religião ou modo de vida, mesmo que seja diferente do seu.
  Sobre os personagens masculinos, creio que esse tenha sido o primeiro livro que li desse gênero, que não me fez odiar especificamente algum personagem masculino. Pelo contrário, aqui eles também são apaixonantes e aqui,(Thanks God) não temos um vilão específico, horrendo, odioso e opressor de mulheres.  Há Afegão misterioso, Muçulmanos tradicionais, Idosos Apaixonados com mentes mais modernas, religiosos compreensivos,  e até Americanos no maior estilo  heróis hollywoodianos. 

  Essa pequena casa de chá em Cabul atende homens e mulheres, expatriados, funcionários da ONU e mercenários; todos em busca de um momento de paz em uma região onde a tensão paira no ar e uma bomba pode explodir a qualquer momento, mas também se torna o cenário para o encontro dessas cinco mulheres que, mesmo tão diferentes entre si, compartilham segredos e tornam-se amigas com uma relação extraordinária.

Gostei muito do final do livro. Eu já esperava que ele caminhasse para aquele desfecho, mas não foi um clichezão. Foi um final bacana, aceitável e gostoso de ler. 

terça-feira, 27 de junho de 2017

Podemos Consertar Isso!

Olá conectados!

Um amigo meu me perguntou se deveria continuar ou desistir do relacionamento. Ele estava tão cansado do jogo do amar, brigar, brigar e amar. Quando o assunto é opinar sobre a vida alheia, somos todos doutores não é mesmo?! Toca aqui, quem se identifica!


   Eu me sinto muito phd quando os problemas são dos outros. Eu até que curto bastante dar uma de psicologa dos meus amigos. Contudo, mesmo que eu creia ter a solução perfeita para os problemas que não são meus, ás vezes eu erro na ajuda. 

 Sabe por quê? Quem está fora não sente igual quem está dentro. 
 Então, eu disse a ele: Faça o que tiver que fazer para ser feliz!

  Dito isso, ele retrucou: "Mas, eu não deveria sofrer amando alguém, deveria só ser feliz".  

 [Silêncio. ]

  Incomodada, sinto necessidade de questionar esse "só" (ser feliz). Tenho visto muitas teorias sobre " ao encontrar o amor da sua vida, você nunca mais irá sofrer ou se sentir  para baixo". 

 Eu não quero entrar (não nesse post) no mérito dos relacionamentos abusivos ou aqueles em que as pessoas definitivamente não somam em nada, umas às outras. Quero falar aqui sobre esse bordão,  comercial de margarina. Em minha humilde opinião (ás vezes mais sarcástica que humilde), esse é apenas mais um clichê mentiroso. 

 Sinto muito em contestar, com muita fé no que digo. Mas, quem diz que, amor não pode fazer sofrer, está errado. Você pode amar, se formar em amor, se pós graduar;  e mesmo assim, haverá sofrimento. Felicidade são momentos. Ninguém é feliz o tempo todo. Assim como ninguém deve sofrer o tempo todo.

Já dizia Vinicius... 

"A lhe dizer que vale mais morrer de dor

Do que viver num paraíso sem amor."


 Não estou dizendo que amor é apenas sofrimento, e nem estou dizendo que amor e sofrimento estão na mesma medida para um relacionamento legal ou bom. Estou dizendo que se você decidiu amar, prepare-se também para sofrer, de vez em quando. Ou até ouso dizer: Prepare-se para sofrer MUITO em algumas fases.

 "Ai, mas eu não admito sofrer. Se for para sofrer, prefiro ficar sozinho!" Pois que fique, meu caro!  Não confia que quem ama sofre? Pergunte a qualquer mãe o que significa "padecer no paraíso"?? 

 O amor é terreno de dois. Infelizmente as pessoas acabam colocando um monte de gente para dentro do relacionamento. Quando se ama alguém, para que perguntar ao de fora, que decisão tomar? Toda a lógica é balela. O de fora deveria ser apenas um ombro para desabafo e NUNCA o juiz que sentencia.

   Amar é ter razões diferentes das do outro para justificar o amor.

 Quem ama tem liberdade para ter razões únicas para amar. Um dos principais erros do fim dos relacionamentos é basear se na opinião de fora. A relação é um terreno que cabem apenas dois. Lembram se de que eu disse lá em cima que todo mundo é doutor em resolver o problema do outro? 

 Pois é! Mas, acontece que é fácil racionalizar estando fora. But, meu Caro Whatson, em se tratando de felicidade, as decisões não podem ser baseadas apenas na racionalidade.




 Quem somos nós, sozinhos,  para saber tudo sobre o amor? 
Pouca coisa sabemos! No entanto, talvez o óbvio a gente saiba. 
O amor é diferente para todos, apesar de ser um sentimento conhecido de todos. Cada um sabe o tamanho dos espaços do coração e da falta que o outro faz. Cada um sabe o peso e o trabalho que viver a dois traz!

 Não é amar que dá trabalho. É relacionar-se que o dá. Morrem muito mais relacionamentos por falta de humor que falta de amor. Uma vez eu li, num livro, que só há um tipo de relacionamento que é impossível de salvar.  É impossível consertar apenas quando não há amor. 

 Se há amor, nós podemos consertar isso!

Como perguntou me meu amigo e já dizia Shakespeare... "Should i stay or should i go"? (Ah, ele não disse assim?)

 Se há amor, Stay! Tudo vale à pena, se te faz feliz! 

 Só que antes, vamos parar de fantasiar o conceito de felicidade.  Para ir ou ficar, cresça! Entenda, de uma vez por todas,  que a felicidade é composta de momentos!  Para consertar é preciso menos eu e mais nós. É preciso balancear. Valorizar menos o seu lado ou o meu lado, e mais o centro. 

  Para consertar um relacionamento em que há amor... Aqueles sem amor, nem perca seu tempo!  A esses, é melhor to say godbye! Se houver amor... É preciso  abrir mão do egoísmo, da criancice, das chatices, das cobranças, engolir sapo, fazer sala pra quem não gostamos, assistir a filmes chatos, ir a lugares que não estamos a fim e ceder num monte de coisinhas.

  Nenhuma casa fica de pé, se o alicerce não for bem feito. Fazer a base bem feita, dá trabalho. Conhecer, entender, aprender, pedir perdão, sofrer, ser feliz, sofrer, aprender, ser feliz, sofrer e ser feliz. Tudo isso dá trabalho! Ah, se dá! E é muito mais fácil, sair correndo. Eu sei.

 Já dizia o Fernando, "Tudo vale à pena se a alma não é pequena".   Uma alma grande é aquela que tem vontade de aprender. Porque ninguém nasceu sabendo se relacionar com o outro e nenhum relacionamento nasceu pronto.
Me desculpem aqueles que dizem que amar não traz sofrimento. O ouro é provado no fogo e volto a dizer o que sempre digo: Não existe terra prometida sem deserto. 
  
   Melhor um coração cheio de feridas, que um coração sem amor, vazio! 

Vale à pena insistir? 
Somente se for amor!







 .

quarta-feira, 21 de junho de 2017

10 curiosidades sobre Agatha Christie. - Algumas Coisinhas sobre Agatha Chritstie.

Olá Conectados!

 Eu terminei de ler hoje  o livro é "O Assassinato no Expresso do Oriente", e fiquei muito feliz desde que soube, (agora pouco) , que em 2017 o livro ganhou uma nova adaptação  para o cinema. Já temos até trailer do filme ,que terá estreia em novembro desse ano. (Ebaaa!!)



 Com um elenco mais que espetacular! Eu  fui surpreendida com a boa notícia e já superrrr quero assistir ao filme. Porém, num próximo post eu venho falar do livro O Assassinato No Expresso do Oriente, que li essa semana, numa edição belíssima, da Editora Nova Fronteira.  

 Hoje, eu quero falar algumas curiosidades  sobre a autora, a Dama do Crime. Quero falar simplesmente porque ler Agatha Christie é uma delícia!!!


Agatha Mary Clarissa Christie nascida Agatha Mary Clarissa Miller;




* Foi uma escritora inglesa que nasceu em 1890 e morreu em 1976. Ela produziu muito nesses 85 anos de vida! Foram 56 anos de carreira como escritora. Antes de se tornar autora conhecida, trabalhou na enfermaria e farmácia, num hospital da cruz vermelha, durante a primeira guerra mundial. Dessa forma, ela aprendeu muito sobre remédios e venenos, elementos que foram constantemente usados em sua obra.

* Foi uma uma mulher à frente do seu tempo. Casou-se duas vezes.  E o sobrenome Christie veio do primeiro marido. O seu segundo marido era 14 anos mais jovem que ela, e era arqueólogo. Ela costumava brincar que "quanto mais velha ela ficava, mais ele se interessava por ela". Outra curiosidade bem à frente para sua época,  é que Agatha também foi uma das primeiras mulheres, da década de 20 e 30, a surfar.


Foto - Canal Off - Agatha Christie e sua prancha.


* O primeiro livro da autora nasceu de um desafio proposto pela irmã, segundo a autobiografia da autora. Ela teria sido desafiada pela irmã numa espécie de aposta sobre escrever uma boa historia policial. Assim, nasceu "O Misterioso Caso de Styles", publicado em 1920. No hospital Agatha atendeu diversos refugiados belgas. Talvez por isso tenha escolhido a Bélgica para nacionalidade de Poirot?


* Apesar de Agatha não citar esse episódio em seu site e nem em sua autobiografia, dizem por aí que em 1926, Agatha pregou uma ousada peça ao ex marido e às pessoas. Praticamente uma vingança. Após  ficar arrasada por receber o pedido de divórcio, e a confissão de que seu marido estava apaixonado por outra mulher; Agatha escreveu uma carta fazendo duras críticas a ele. À noite, saiu de carro  sem dizer para onde ia.  Na manhã seguinte, seu carro foi encontrado abandonado próximo a um lago, com uma mala e uma carteira de motorista vencida. Isso causou uma comoção e uma grande busca das autoridades por ela. A situação foi tão complicada que chegaram a oferecer recompensas por pistas sobre seu paradeiro. Alguns dias depois, Agatha foi reconhecida, descansando em um hotel. Ela alegou estar sofrendo de Amnésia. (Bem coisa de celebridade, não?)

* Seus dois personagens mais conhecidos foram o peculiar detetive Hercule Poirot e a carismática Miss Marple. Apesar de ambos terem uma inteligencia genial, possuíam personalidades muito diferentes. Poirot  ficou conhecido em sua obra por utilizar suas "células cinzentas", porém sem modéstia. Miss Marple pela observação cautelosa da natureza humana e por ser uma pessoa comum. Essa personagem teve inspiração na avó de Agatha. 



* Segundo o site da própria autora, a última aparição pública de Agatha foi na noite de estréia da versão cinematográfica de O Assassinato do Expresso do Oriente, em 1974, estrelado por Albert Finney como Hercule Poirot. Esse livro já foi inspiração para diversos filmes e séries na televisão. Inclusive rendeu um Oscar à minha xará, a atriz Ingrid Bergman.  Não se esqueçam de que em novembro de 2017 teremos a estréia da nova adaptação à telona. Quanto ao veredito da autora sobre o filme de 1974: " Uma boa adaptação com o ponto menor de que os bigodes de Poirot não eram suficientemente luxuosos." Será que o filme de 2017 agradaria à Dama do Crime?

Filme " O Assassinato no Expresso do Oriente" de 1974.

* Segundo a editora Nova Fronteira, ela é autora mais vendida no mundo, perdendo apenas para a Bíblia e para Shakespeare. Uauuuu, não!?* A senhora Christie produziu mais de 80 romances, mais de 100 contos e também escreveu ao menos 16 peças de teatro. Inclusive a peça "A Ratoeira" , The Mousetrap, ( que segue a mesma linha dos romances policiais da autora) que está em cartaz desde 1952, em Londres. São mais de 60 anos na ativa. Dizem que, ao final de cada peça, os atores pedem ao público que não conte por aí sobre o desfecho, para que se mantenha o suspense sobre o culpado. Não é difícil conseguir um spoiler sobre a peça na internet, mas se você tem interesse em assisti-la um dia, não recomendo que você busque por um. 

                              

*Em 1971 ela foi homenageada pela Rainha Elizabeth II com o título de Dama da Ordem do Império Britânico. E a peça que citei agora pouco, The Mousetrap, segundo o site da BBC, foi escrita para comemorar o aniversário de 85 anos da Rainha Mary. E a rainha Elizabeth II, em 2002, assistiu à peça em comemoração aos seus 50 anos de reinado. Ano em que a peça também celebrava 50 anos.
                                                 



* Seus último livro publicado sobre Poirot foi em 1975, bem próximo de sua morte. Porém, a obra havia sido escrita nos anos 1940. Mas, a autora teria guardado essa obra num cofre na intenção de que só fosse publicada postumamente. Mas, ela acabou mudando de ideia e publicou antes, pouco tempo antes de sua morte. Agatha faleceu de causas naturais em 1976. Os direitos legais sobre sua obra são de propriedade de seu único neto, Mathew Pichard. Será que o filme que estréia em novembro irá agradá-lo?  ;)

                                                    
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*Ainda falando em recordes, a Dama do Crime também detêm o título de livro mais espesso do mundo. O livro The Complete Miss Marple possui 4032 páginas e entrou para o Guiness Book. Obviamente que se você se interessar pela obra, há edições bem mais compactas  e divididas, vendidas aqui no Brasil. 


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Bom, por hoje é só pessoal e espero que vocês tenham gostado.
Não deixem de deixar sua opinião!

Beijos